O fantástico mundo dos gays solteiros (onde um corpo bonito vale mais do que uma boa conversa)

A reclamação é geral: faltam homens dispostos a algo sério no mundo gay.

Funciona mais ou menos assim: o feio quer o bonito, o bonito quer o lindo, o lindo quer o maravilhoso e o maravilhoso não quer ninguém, por que ele acha que ninguém é digno do seu olhar.

Resultado? Um bando de gente sozinha e amargurada.

Sim, porque até o mais garanhão dos homens, lá no fundo, queria ter um companheiro de verdade para chamar de seu.

Mesmo que a oferta seja farta no aplicativo. Mesmo que o outro lado da sua cama nunca esfrie com tamanha rotatividade…

Como eu sei?

Ora, todos nós precisamos nos sentir amados, desejados, protegidos. O amor é uma necessidade humana. E isso é fato.

Não me entenda mal: é claro que não existe problema algum em ser solteiro. Muito pelo contrário. Em alguns casos, é até muito válida essa fase de autoconhecimento e apreciação da própria companhia.

Aqui entra aquela velha máxima que é muito verdade: namore a si mesmo antes de namorar outra pessoa.

Quanto a isso, não há discussões.

Só que chega um ponto na vida em que sossegar o coração é preciso.

Atire a primeira pedra quem deixaria passar a paixão mais avassaladora, pelo cara mais incrível do mundo, quase desenhado pela imaginação, a troco da tão lindamente vendida “solteirice satisfeita”.

Difícil, hem!

E é exatamente aí que mora o perigo: na idealização.

O seu homem dos sonhos não será como nos seus sonhos

É até engraçado.

Eu tenho uma amiga que está solteira há muitos anos. Há 10 anos, para ser mais exata.

E nesse meio tempo ela já conheceu tudo que é tipo de gente. Teve alguns casinhos mais longos, outros muitos de uma noite só, mas no fim a história era sempre a mesma: os que eu quero não me querem, os que me querem eu não quero.

Pois bem. Eis que agora ela tá saindo com um cara já há alguns meses e, pela primeira vez em muito tempo, a coisa tá ficando séria.

É um cara bacana, inteligente e financeiramente estável. Eles têm vários interesses em comum. Ele trata ela superbem e está super interessado em ter um relacionamento de verdade. Enfim, aparentemente um baita partido.

E a minha amiga gosta dele (é dela inclusive a descrição acima).

Mas tem um problema: ele não é exatamente como o marido que ela sempre sonhou.

Daí esses dias estávamos num barzinho em um grupo de 4 mulheres e ela começou a contar o seu dilema: que gosta muito do tal cara, que ele é muito legal, mas que não sabe o que fazer porque não sente que está tão apaixonada como pensava que estaria desde o início pelo homem da vida dela… Que o sexo é bom, mas não tão bom quanto já foi com outros.

Meu conselho na hora foi: amiga, o cara perfeito não existe. O sexo não precisa ser o mais incrível da sua vida e você claramente está se autossabotando.

Já as outras duas falaram exatamente o contrário: se você não sente “aquela coisa” desde o início, melhor nem insistir. Se não é o melhor sexo já no início da relação, então.. parta logo para outra.

Adivinhe só quem era a única casada no grupo?

Bingo!

Papai Noel não existe. Coelho da Páscoa não existe. E boy perfeito também não.

Fulaninho diz que quer muito um namorado, mas vai para o encontro esperando encontrar um Rodrigo Santoro da vida. Exatamente com o corpo, profissão e sex appeal que sempre sonhou.

Daí ele espera um boy bater na porta com uma lista infindável de características que pediu para o gênio da lâmpada – sem se dar conta de que nem gênio da lâmpada nem o tal boy existem.

Moral da história? Grandes expectativas, geralmente, terminam em grandes frustrações…

O problema dos solteiros (gays e héteros) são os próprios solteiros. A vontade de viver uma relação de verdade não mudou, eles é que se tornaram exigentes demais para coisas que nem sempre fazem sentido.

Falta bom senso. Falta abrir os olhos para procurar o que realmente interessa, para focar no conteúdo e não só na aparência. Falta disposição para se doar, para compartilhar.

Não, eu não tô dizendo que você deve se contentar com o primeiro que preencher a cueca. Nada disso. Você pode, e deve, ser criterioso, sim.

Mas será que os critérios que você usa são “peneiras” realmente importantes ou não passam de desejos fantasiosos que no final das contas não fariam a menor diferença?

Aliás, você sabe o que realmente está buscando?

Vovó já dizia que, para quem não sabe o que procura, qualquer coisa serve…

Pense bem.

E pare de dizer “não vai dar certo” a todos os homens que não têm as características que você idealizou.

De repente você jamais olharia para um cara um pouco acima do peso, por exemplo. Você pode ser daqueles só saem com os musculosos. Mas quem disse que os sarados têm aquilo que você precisa de verdade?

Quem disse que você não pode namorar outro passivo porque ele curte a mesma coisa que você? Ou outro ativo?

Quem disse que é só a vida entre quatro paredes o que conta?

Sexo por sexo vai fazer você se sentir mais admirado? Mais respeitado? Mais protegido? Mais amado? Mais completo?

Reflita.

Será que falta homem interessante mesmo, disposto a algo sério, ou são as suas prioridades que estão invertidas?

No fantástico mundo dos homens casados e felizes, um corpo bonito pode até ter o seu valor, sim. Mas ele nunca será maior do que uma boa conversa.

Leia também:
[Eu não me enquadro nos padrões de beleza do mundo gay. E agora?]

O que vem depois?

Já imaginou se alguém dissesse que é possível melhorar a autoestima, superar as armadilhas mentais e se tornar um homem altamente irresistível para conquistar um relacionamento de verdade?

Pois é…

Preciso dizer para você que, sim, você pode atrair o cara que você quiser.

E não importa se você é gordo, magro, feio ou bonito…

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